FELIPE MUJICA
NUNCA FUIMOS CONTEMPORÁNEOS . XIII BIENAL FEMSA

ZACATECAS, CIUDAD DE MÉXICO, MÉXICO

26.10.2018 - 19.01.2019

Felipe Mujica participa da XIII Bienal FEMSA em Zacatecas, México. A exposição, com curadoria de Daniel Garza Usabiaga, propõe questionar a temporalidade implícita nas Bienais, cuja periodicidade pressupõe, a partir de sua origem, que tais eventos mostrariam os mais avançados em matéria artística a cada dois anos, como uma definição de eventos atuais. A curadoria enfatiza as contradições entre o barroco e o colonial, o moderno e o pós-moderno, assim como a persistência do artesão e do popular.

Para mais informações, acesse o site: www.bienalfemsa.com


DANIEL LIE
FESTIVAL VALONGO

FESTIVAL INTERNACIONAL DA IMAGEM - SANTOS

12.10.2018 - 14.10.2018

Daniel Lie participa da terceira edição do Valongo - Festival Internacional da Imagem, em Santos, São Paulo. Reunindo uma ampla gama de trabalhos em grande variedade de mídias – fotografia, vídeo, performance, escultura, artes digitais – o festival abre espaço diálogos críticos e fomenta maneiras alternativas de se pensar, ver e consumir imagens.

O artista apresenta a instalação site-specific Umbral. O trabalho é composto por oitenta e cinco vasos de cerâmica preenchidos com tecido de algodão, corda de sisal e material orgânico e que, lacrados por dois meses, vem servindo de ambiente para que fungos se desenvolvam . O resultado será apresentado na abertura do Festival.

Para mais informações, acesse o site: www.valongo.com

EDUARDO BERLINER, ADRIANO MOTTA, CADU E PAULO VIVACQUA
PROJETO CAVALO: QUADRIVIUM 8 PATAS

INSTITUTO TOMIE OHTAKE, SÃO PAULO, BRASIL

11.10.2018 - 20.11.2018

Eduardo Berliner, Adriano Motta, Cadu e Paulo Vivacqua apresentam o Projeto Cavalo: Quadrivium 8 Patas como parte do Programa Arte Atual, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil.

Numa dinâmica circular de revezamento, em que cada membro respondia formalmente a provocação do anterior, os quatro artistas interferiram nos processos criativos um do outro. A mostra coletiva propõe a investigação empírica dos atributos simbólicos do carrossel; um elemento que conjuga características visuais, espaciais e sonoras comuns aos artistas do Projeto, trazendo também metáforas do tempo cíclico e da infância.

Para mais informações, acesse o site: www.institutotomieohtake.org.br

FELIPE MUJICA
ESTAMOS MÁS UNIDOS A LO INVISIBLE QUE A LO VISIBLE

MUSEO DE ARTE MODERNO, MEDELLÍN, COLÔMBIA

10.10.2018 - 12.11.2018

Felipe Mujica apresenta a exposição Estamos más unidos a lo invisible que lo visible, com curadoria de Emiliano Valdez, no Museu de Arte Moderno em Medellín, Colômbia.

O trabalho atual de Felipe Mujica consiste, principalmente, em diferentes séries de cortinas normalmente feitas em colaboração com grupos de artesãos, tecelões e / ou colaboradores do lugar onde são produzidos. As origens das cortinas, como ele as chama, remontam aos seus primeiros trabalhos, nos quais ele fez pinturas minimalistas na parede, primeiro, e em painéis de madeira aglomerada, depois. Os temas das cortinas vêm de uma variedade de fontes: história da arte, o trabalho de artistas de vanguarda, desenhos de cartões pessoais e elementos da cultura popular.

Para mais informações, acesse o site: www.elmamm.org/Exposiciones/Detalle/Id/1363 

GUILLERMO MORA
QUERER PARECER NOCHE

CA2M - CENTRO DE ARTE DOS DE MAYO, MADRID, ESPANHA

10.10.2018 - 27.01.2019

Guillermo Mora participa da exposição coletiva Querer Parecer Noche, com curadoria de Beatriz Alonso e Carlos Fernández - Pello, no CA2M - Centro de Arte Dos de Mayo, Madrid, Espanha. A exposição reúne 58 artistas que apresentam diferentes formas para imaginar artisticamente a escuridão da cidade de Madri. 

Para mais informações, acesse: www.ca2m.org/es/futuras/querer-parecer-noche 

IVAN GRILO
MORRER PARA GERMINAR

CENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA W, RIBEIRÃO PRETO, SÃO PAULO

06.10.2018 - 23.02.2019

Ivan Grilo realiza a exposição Morrer para Germinar, no Centro de Arte Contemporânea W, em Ribeirão Preto, São Paulo. O espaço organiza exposições de artistas residentes na América Latina, propondo aproximações entre obras e reflexões de distintas gerações e horizontes. Com agenda interdisciplinar, apresenta recortes inéditos da produção de artistas residentes no interior do Estado de SP, estreitando relações desta cena com artistas de diferentes países e cidades brasileiras.

Para mais informações, acesse o site: www.cacw.art.br

JOANA VASCONCELOS
I WANT TO BREAK FREE

MUSEU DE ARTE MODERNA E CONTEMPORÂNEA DE ESTRASBURGO, FRANÇA

05.10.2018 - 17.02.2019

Com curadoria de Estelle Pietrzyk, diretora do MAMCS, Joana Vasconcelos: I Want to Break Free apresenta uma seleção de mais de vinte obras, incluindo algumas das peças mais icónicas do início da carreira da artista, como Flores do Meu Desejo (1996-2010), Spot Me (1999), Vista Interior (2000), Strangers in the Night (2000), Spin (2001), Airflow (2001), Una Dirección (2003), bem como os emblemáticos Coração Independente Vermelho #1 (2008), Betty Boop (2010), da série Sapatos, e Material Girl (2015), da série Valquírias.

Para mais informações, acesse o site: https://en.musees.strasbourg.eu/museum-of-modern-and-contemporary-art

ASSUME VIVID ASTRO FOCUS
RETRANSPECTIVA #2

VIVA PROJECTS, SÃO PAULO, BRASIL

22.09.2018 - 22.12.2018

A Viva Projects convidou o assume vivid astro focus para mostrar pela primeira vez toda produção de colaborações e efêmeros desenvolvidos ao longo de sua carreira, e também novos itens criados exclusivamente para serem comercializados durante esta ocupação: ladrilho hidráulico, lambe-lambe, sticker, tatuagem temporária, boneco biruta, e um mancebo, o primeiro da nossa série de móveis de artistas.

Para mais informações, acesse o site: www.vivaprojects.org

IVAN GRILO
QUEM NÃO LUTA TÁ MORTO . ARTE DEMOCRACIA UTOPIA

MUSEU DE ARTE DO RIO, RIO DE JANEIRO, BRASIL

15.09.2018 - 26.05.2019

Ivan Grilo participa da exposição coletiva Quem Não Luta Tá Morto - Arte Democracia Utopia, com curadoria de Moacir dos Anjos, no Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil.

Sem ter pretensão de apresentar um panorama conclusivo, a mostra traz exemplos do pensamento utópico que marca a arte brasileira recente. Para apontar uma continuidade dos danos sofridos por parte da população, trabalhos artísticos realizados em momentos passados estarão também presentes na exposição. Ao lado deles, farão parte ainda da mostra propostas e ações realizadas por grupos comunitários, associações e outras articulações da sociedade civil que visam a construção de estruturas de atuação política e social.

Para mais informações, acesse o site: www.museudeartedorio.org.br

VÂNIA MIGNONE
33ª BIENAL DE SÃO PAULO . AFINIDADES AFETIVAS

PAVILHÃO DA BIENAL, PARQUE IBIRAPUERA, SÃO PAULO, BRASIL

07.09.2018 - 09.12.2018

Vânia Mignone participa dos projetos individuais da 33ª Bienal de São Paulo – Afinidades Afetivas, com curadoria de Gabriel Pérez-Barreiro.

A 33ª Bienal de São Paulo busca um modelo alternativo ao uso de temáticas, privilegiando o olhar dos artistas sobre seus próprios contextos criativos. A mostra reúne, no Pavilhão da Bienal, doze projetos individuais e sete mostras coletivas organizadas por artistas-curadores.

A música popular brasileira e o cotidiano são inspirações para os trabalhos de Vânia Mignone (Brasil, 1967).

“Meu trabalho de desenho e pintura tem uma enorme influência da música popular brasileira. Achava a música que eu ouvia tão linda que precisava fazer algo, dentro dos meus recursos, que fosse tão bom quanto. E isso envolve também algo que a música tem: diferente do desenho e da pintura, ela entra por todos os lados. Você sente.

Para mim, essa série de pinturas é como se fosse uma emoção baseada em certos contextos do dia a dia, em informações, coisas que li, aprendi, escutei, e que se juntam e me fazem produzir um grupo de trabalhos. São individuais, mas vêm todos dentro de uma mesma ideia. Então não é exatamente uma série. É o resultado de um período. Tem alguma coisa muito rápida, um ar de que existiria uma sequência entre eles. Existe uma ideia de história em quadrinhos, de filme, de que todos eles têm um começo, um meio e um fim. Não têm, mas há esse ambiente.” [Vânia Mignone]

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