Apresentação
Eduardo Berliner tensiona a pintura e a imagem para questionar a autenticidade da memória e da experiência direta. A relação primordial do artista com o mundo físico altera suas percepções do ambiente diário, permitindo que suas pinturas se tornem manifestações de suposições tácitas e mal-entendidos. A paisagem, a arquitetura, os resíduos da cultura e as relações humanas são reconfiguradas por meio de narrativas pessoais, memórias e do próprio processo de pintura. As representações humanísticas de Berliner de coisas vivas, cenas do mundo natural, formas de plantas, animais e pessoas, revelaram relacionamentos compartilhados contingentes em ocorrências improváveis. Eles atestam o deslizamento entre invenção e memória, entre indiferença e trauma. 
Obras
Biografia

Eduardo Berliner (1978, Rio de Janeiro, Brasil, 1978. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil).

Exposições individuais selecionadas: Desenhos, Museu Lasar Segall, São Paulo, Brasil (2021); A Forma dos Restos, Casa Triângulo, São Paulo, Brasil (2019); Corpo em Muda, curadoria de Priscyla Gomes e Felipe Kaizer, Casa Triângulo, São Paulo, Brasil (2016); A Presença da Ausência,curadoria de Marcio Doctors, Fundação Eva Klabin, Rio de Janeiro, Brasil (2015); Pinturas, curadoria de Hans-Michael Herzog, Casa Daros, Rio de Janeiro, Brasil (2014); Centro Cultural Banco do Brasil, Sala A Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil (2013); Casa Triângulo, São Paulo, Brasil (2010). 

Exposições coletivas selecionadas: Coleção Sartori - A arte contemporânea habita Antônio Prado, curadoria de Paulo Herkenhoff, MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil (2022); 1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira na Coleção Andrea e José Olympio Pereira, curadoria de Raphael Fonseca, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Com Título e Sem Título, Técnicas e Dimensões Variadas, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil (2019); Utopia de Colecionador o Pluralismo da Arte, curadoria de Ricardo Resende, Fundação Marcos Amaro, Itu, Brasil (2019); Projeto Cavalo: Quadrivium 8 patas, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2018); Bestiário, curadoria de Raphael Fonseca, Centro Cultural São Paulo, São Paulo, Brasil (2017); Os Muitos e o Um: Arte Contemporânea Brasileira, curadoria de Robert Storr, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2016); A cor do Brasil, curadoria de Paulo Herkenhoff e Marcelo Campos, MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2016); Dark Mirror: Lateinamerikanische Kunst Seit 1968, Kunstmuseum Wolfsburg, Wolfsburg, Alemanha (2015); E se quebrarem as lentes empoeiradas?, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2015); Pangaea II: News Art from Africa and Latin America, Saatchi Gallery, Londres, Inglaterra (2015); 30ª Bienal de São Paulo, curadoria de Luis Pérez-Oramas, São Paulo, Brasil (2012).

Prêmios: finalista do Prêmio Pipa, Brasil; Prêmio CNI_SESI Marcantônio Vilaça, Brasil.

Coleções públicas: MoMA - Museum of Modern Art, Nova York, EUA; K 11 Art Foundation, Hong Kong, China; Daros Latinamerica AG, Zurique, Suíça; Coleção Gilberto Chateaubriand/Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; Coleção Banco Itaú S.A., São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil; Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; e Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil.

 

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